Vamos a factos: Há quem odeie mais o Governo, do que gosta do país!

[dropcap size=”500%”]A[/dropcap]

constatação é simples e (infelizmente) fácil de ser feita. A verdade evidente está à vista de todos: por melhores resultados que se apresente, por mais que o país cresça, por mais que o PIB aumente, por mais que os juros da dívida baixem a pique e o desemprego venha consecutivamente “por ai abaixo” e se aproxime dos valores da média Europeia… é também por de mais (e cada vez mais) evidente a irritação com os bons resultados, a tentativa de desacreditação dos números e o desnorte (já ridículo) das tentativas argumentativas da “teoria da conspiração” que estiver na moda no momento. E elas são de vários géneros e assumem várias formas, consoante o gosto de quem as debita, indo desde o “ódio aos pensionistas”, à “perseguição dos funcionários públicos” e chegam mesmo à “vingança contra o 25 de Abril”… há de tudo!

Sejamos honestos, não são os bons resultados demonstrados, de forma consecutiva nos últimos dias, bons para Portugal e para os portugueses? Não são os bons indicadores um sinal positivo para a recuperação do país? Não é o alcançar das metas (estabelecidas com quem nos empresta dinheiro) um sinal de competência? Não é positivo que se passe por um processo de ajustamento e em pouco mais de 2 anos já nos encontremos em condições de atingir resultados como os que estamos a atingir? … Muito honestamente, não seria, tudo isto, um sinal para podermos (pelo menos) estar mais confiantes e ganhar outra expectativa? Estes são ou não são bons resultados e estas são ou não são boas notícias para Portugal?

Então porque se irritam tanto alguns, com estes bons resultados do país? O que faz irritar esta gente quando o que recebemos são boas notícias para Portugal? … Não gostam do seu país, não gostam que este seja bem-sucedido no processo que enfrenta? Sinceramente, não me parece que não gostem, simplesmente o ódio que têm ao governo é muito maior do que qualquer amor à pátria. O problema, já vimos, não são os resultados, é a paternidade dos mesmos. É o saberem que andaram, apaixonada e violentamente, a defender o contrário do que foi feito, a apontar a desgraça, a diabolizar as medidas… que o sucesso do seu país, através deste Governo significa, ao mesmo tempo, o seu próprio insucesso (político/de opinião).

Mas há outros factores que tornam ainda pior esta conduta. É a atitude, cada vez mais evidente, de diabolização e de ataque às pessoas. A facilidade com que se ofende sem conhecimento e se enxovalha pelo simples motivo de se estar a defender um caminho com o qual não concordam. São estes os mesmo, que se dizem defensores da liberdade e se intitulam os grandes defensores de Abril, que mais oprimem a liberdade de expressão e que mais atacam sem conhecimento de causa. Porque é mais fácil, porque não é preciso justificar, porque o fazem quando a razão já está longe de lhes assistir… quando todo e qualquer argumento válido já lhe foi desmontado ou pela realidade desmentido.

É triste, mas é a realidade que temos: há quem odeie mais o Governo do que gosta do seu país. Restam-nos os bons resultados do país, para aqueles que gostam mais dele e o querem ver definitivamente livre da TROIKA e a continuar no bom caminho.

Por minha parte, viva sempre, mas sempre, Portugal!

Pedro Brilhante

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *