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Vender, Vender

[dropcap size=”500%”]N[/dropcap]a passada sexta-feira a comissão política da JSD Pombal teve o privilégio de ter como orador convidado num brainstorming realizado para os seus militantes Henrique Neto, antigo candidato a Presidente da República e conhecido empresário industrial do nosso distrito.

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Educação: do 8 ao 80

[dropcap size=”500%”]T[/dropcap]erá a infraestrutura de uma escola pública direta relação com a qualidade de ensino da mesma ? Obviamente que a relação pode não ser óbvia aos olhos de todos os cidadãos, no entanto um aluno que esteja numa sala com 15/20 graus, confortável e sem poças de água no chão irá reter muito melhor a lição do que um aluno com 4 camisolas, 3 mantas e um guarda chuva em plena sala de aula que apresenta buracos no tecto e não tem aquecimento.

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No mínimo? Tudo!

[dropcap size=”500%”]D[/dropcap]esde que me lembro, o salário mínimo é discutido. É sempre demasiado baixo e é sempre necessário aumentar. Os principais argumentos em torno destas duas posições sempre simbióticas, gira em torno do pouco que se pode comprar com a quantia, o combate à precariedade laboral e o incentivo a maior consumo interno. Por outro lado, a contra-argumentação denuncia a maior rigidez do mercado trabalho e o aumento dos já asfixiantes custos laborais para as pequenas e médias empresas (PME’s). Esta é uma discussão de sempre, com argumentos de sempre, mas que nunca se materializa numa discussão séria. É certo que não defendo um salário mínimo mais baixo, certo que também os argumentos para o aumentar não me convencem.

 

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A inequívoca insustentabilidade da nossa dívida

[dropcap size=”500%”]A[/dropcap]o fazer parte de uma Comunidade Paraestadual de natureza Supra Nacional que é a União Europeia, Portugal comprometeu-se no Tratado de Maastricht em 1992 a fixar o teto máximo da dívida pública portuguesa em 60%, e 3% do PIB para o deficit do Orçamento do Estado. Desde 1996, data da efetivação do controle dos parâmetros macroeconómicos dos Estados-Membros europeus por parte da Comissão, que os portugueses viram a sua dívida aumentar de 58,3% em ‘95 para 129% em 2015 e o seu deficit orçamental irá ser o pior da zona euro em 2021, segundo uma previsão do Fundo Monetário Internacional em outubro passado.

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