Tempo de confiança, dizem eles (e bem)

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confiança é um ativo político, isso todos sabemos. Mas é também um ativo económico e financeiro. É o ativo que nos permite financiar hoje a juros muito mais baixos do que aqueles a que nos financiámos no passado. É o ativo que permite que hoje os empresários estejam a investir e a criar emprego. E é também o ativo que levou a Standard & Poor’s a subir em um nível a notação da dívida pública portuguesa, tirando-a do lixo, e mantendo a perspetiva positiva.


O peso da confiança desta decisão é notório, quando os argumentos invocados incluem a previsão de uma continuação das políticas após as eleições.


Esta é uma confiança que foi conquistada com muito esforço ao longo dos últimos 4 anos. Foi a falta de confiança na capacidade de o Estado português cumprir as suas obrigações que nos atirou para um resgate. E foi o esforço e a capacidade de trabalho dos portugueses que permitiu recuperar a confiança e permitir que hoje consigamos obter financiamento a juros mais baixos, alocando o dinheiro dos nossos impostos em despesas que nos tragam verdadeiras mais-valias.


Esta confiança deve-se também ao sentido de Estado de Pedro Passos Coelho e à sua persistência em cumprir os compromissos. Foi essa postura que o Primeiro-Ministro reafirmou quando se disponibilizou para discutir, no dia a seguir às eleições e independentemente do resultado das mesmas, a reforma da Segurança Social. E é o contrário dessa postura que António Costa revela quando se recusa a discutir reformas importantes como esta ou quando anuncia que vai chumbar um Orçamento que ainda nem conhece, atirando o país para a ingovernabilidade.


O tempo é mesmo de confiança, e a confiança é essencial para ultrapassarmos de vez a situação para que nos atiraram. É por isso essencial renovar o mandato da coligação Portugal à Frente, garantindo a estabilidade governativa e a confiança num Estado cumpridor.

 

 

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