João Carreira

Vender, Vender

[dropcap size=”500%”]N[/dropcap]a passada sexta-feira a comissão política da JSD Pombal teve o privilégio de ter como orador convidado num brainstorming realizado para os seus militantes Henrique Neto, antigo candidato a Presidente da República e conhecido empresário industrial do nosso distrito.

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Road to Nowhere

[dropcap size=”500%”]A[/dropcap] eleição de Donald Trump fez-me recordar um vídeo promocional, para mim absolutamente genial, da Sic Notícias na sua rúbrica Momentos *, no qual desfilavam as figuras proeminentes da política internacional, “apanhadas” em situações caricatas, tendo como banda sonora o tema Road to Nowhere dos Talking Heads. A mensagem é óbvia, e provavelmente ganhou um significado ainda maior para os tempos que se avizinham. Contudo, permitam-me reflectir um pouco sobre os órgãos de comunicação social.

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A NOVA PIDE

[dropcap size=”500%”]V[/dropcap]ivemos tempos em que na generalidade dos assuntos da nossa vida quotidiana os valores da tolerância e respeito pela liberdade do outro se encontram em plena decadência. Somos cada vez mais egoístas, participamos menos na comunidade e a ideia de bem-comum vive apenas num mundo metafísico, intangível, muito lá para baixo na lista das nossas prioridades. Estamos hoje muito menos dispostos a sacrificar um benefício pessoal em favor do bem comum. Mas o que é o bem-comum? Não perderei tempo a procurar uma compreensão filosófica do que é o bem-comum, limitando-me a dizer que este é um conceito complexo, abordável de vários prismas, podendo para o efeito tomar a definição do Papa João XXIII: “O bem comum consiste no conjunto de todas as condições de vida social que favoreçam o desenvolvimento integral da personalidade humana e sua sociedade.” Contudo, a ideia principal que desejo passar é que a ideia de bem-comum é essencialmente muito diferente para todos e cada um de nós, e dificilmente identificável.

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Últimas

[dropcap size=”500%”]O[/dropcap]

fim das eleições presidenciais trouxe também a sua melhor notícia associada: serão poupados aos cofres públicos mais de 2 milhões de euros, face ao inicialmente orçamentado pela CNE. Para tal contribuiu a vitória na primeira volta de Marcelo Rebelo de Sousa com cerca de 52% dos votos, e que apenas previa gastar cerca de 150mil € com a sua campanha, e, claro, os resultados desastrosos da socialista Maria de Belém e do comunista Edgar Silva – sim, parece que estamos mesmo perante a primeira derrota eleitoral do PCP em 40 anos de eleições – que não conseguiram atingir a meta de 5% dos votos, a qual lhes permitiria obter apoio estatal para fazer face aos gastos de campanha. Depois do desfile dos horrores que foi a campanha das presidenciais, eis que esta culmina com esta estrondosa notícia.

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