Guilherme Neto

A inequívoca insustentabilidade da nossa dívida

[dropcap size=”500%”]A[/dropcap]o fazer parte de uma Comunidade Paraestadual de natureza Supra Nacional que é a União Europeia, Portugal comprometeu-se no Tratado de Maastricht em 1992 a fixar o teto máximo da dívida pública portuguesa em 60%, e 3% do PIB para o deficit do Orçamento do Estado. Desde 1996, data da efetivação do controle dos parâmetros macroeconómicos dos Estados-Membros europeus por parte da Comissão, que os portugueses viram a sua dívida aumentar de 58,3% em ‘95 para 129% em 2015 e o seu deficit orçamental irá ser o pior da zona euro em 2021, segundo uma previsão do Fundo Monetário Internacional em outubro passado.

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Já está tudo bem?

[dropcap size=”500%”]Q[/dropcap]uestiono-me constantemente se o período de crise económico-financeiro que marcou os últimos anos já terminou ou se está por terminar! Mas este Orçamento de Estado veio nos dizer que está tudo bem. Se o Estado é autossuficiente para reverter medidas como as subvenções políticas, então é um sinal de esperança: temos fundos para financiar políticos fora do ativo! Mas e nós?

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