Ser empreendedor…

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ntes de tudo, devo admitir que o momento da escolha do tema foi o mais “estranho” que alguma vez me aconteceu: estive na semana que passou num centro de formação de profissionais de estética, e quando estava a ser atendida por uma dessas jovens, uma das primeira coisas que me passou pela cabeça foi: depois de tantas horas e tanto dinheiro investidos na sua formação, o que será de todas elas? Esta questão levou-me à “questão” do empreendedorismo.

É sabido de todos que atualmente é cada vez mais difícil arranjar trabalho (Sim, trabalho, e não emprego! Emprego é o nome que se dá a um posto que uma pessoa ocupa e que não significa necessariamente apresentar “serviço”, porque emprego muitos têm; trabalho já são poucos que o apresentam feito… mas esta é apenas a minha opinião), por isso, é necessário ser empreendedor, tomar iniciativa, ser criativo, criar produtos e serviços que criem novas necessidades aos mercados, que faça com que o nosso produto seja mais desejado do que os que já existem!…

E agora perguntam: “Mas a coisas não são bem assim! Isso não é assim tão fácil!”. Ninguém disse que era fácil! É preciso espírito de sacrifício, é preciso lutar pelos nossos objetivos, é preciso ser EMPREENDEDOR!

E para terminar, e voltando ao começo do tema, espantou-me o facto de a maior parte das formandas querer criar o seu próprio negócio, o seu “cantinho” a que muitas se referiam. Acho que assisti a uma mudança de mentalidades, a uma geração que quer mudar, que quer tornar a sua vida melhor, não à custa dos outros, mas sim com o seu próprio esforço.

Sinceramente? Acho que não há nada melhor do que vermos um projeto, pensado, criado e concretizado por nós, e sentirmo-nos orgulhosos de nós próprios por termos dado o melhor de nós à sociedade!

Cristiana Mendes

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