Pedaços da história do PSD de Pombal

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screvo algumas breves linhas respondendo ao desafio de falar sobre a história do PSD de Pombal, e já que é uma história que em parte vivi, aproveito a circunstância, e escrevo-a na forma mais eficiente de ser contada, um relato na primeira pessoa.

Filiei-me no PSD, no mês de janeiro de 1989, já lá vão 26 anos. Era ano de eleições autárquicas, eu na altura residia na freguesia de Meirinhas, e o Américo Ferreira, convidou-me para fazer parte da lista candidata à junta de Freguesia, encabeçada por ele. Aceitei o desafio por acreditar no projeto que esse grande homem, tinha para a sua terra. O PSD venceu as eleições e aí iniciei a minha viagem de autarca. A nível politico, sempre me identifiquei, com a Social Democracia, dai que não tenha sido difícil aderir a um projeto com o qual me identificava.

A partir do momento em que me tornei militante, passei a frequentar a sede do PSD, a participar nas reuniões e a conhecer os militantes, que já há muitos anos faziam daquela sede, um centro de debate político. Devo dizer que fui uma aprendiz desses militantes que tanto deram ao nosso partido.

Dos muitos militantes que conheci, cito alguns nomes: Anézio Gonçalves, Luís Garcia, José Gomes Fernandes, Ofélia Moleiro, António Nascimento Lopes, Américo Ferreira, José Silva, Ercília Ribeiro da Silva, Mário Santos, José Landeiro e esposa, José Pimpão dos Santos, Alice Faustino, Manuel Rodrigues Marques, Jorge do Canto e esposa, Mário Gonçalves, Fernando Silva e muitos outros.

Estes séniores da política, eram sempre acompanhados por uma juventude, ativa, trabalhadora, bem formada, com propostas politicas e com uma visão de futuro. Todas estas qualidades, eram acompanhadas de uma irreverência, que fazia com que estes jovens fossem admirados e respeitados, por todos os outros militantes, a começar por mim.

Nas reuniões plenárias e nas campanhas em que participei, ouvi intervenções de alguns destes jovens, que me levaram a acreditar no seu futuro politico promissor e não me enganei. Cito apenas três exemplos: Diogo Mateus, João Pimpão, Pedro Pimpão. Eram estes os lideres em quem os restantes jovens se reviam, depositavam confiança e a quem davam todo o seu apoio.

Quando me tornei militante, já o PSD era um grande partido politico, no entanto ao longo destes 26 anos de militância tenho a dizer que tem sido para mim um privilégio e uma honra fazer parte desta grande família Social Democrata. Aqui encontrei pessoas com quem estabeleci laços de verdadeira amizade, pessoas em quem se pode confiar, pessoas para quem a palavra solidariedade, não é uma palavra vã, mas que está sempre a ser posta em prática. Estas são algumas das qualidades dos militantes do PSD e muito provavelmente o segredo do seu repetido sucesso.

Pombal, 5 de janeiro de 2015

Fernanda Guardado Marques

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