O Pesadelo “das esquerdas” é que o país mude… e mude de vez… temos pena!

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u sei que dói, eu sei que dói muito. Mas já começamos a ver mudanças. O país está mesmo a recuperar, os sacrifícios estão mesmo a valer a pena e (contra todas as previsões dos verdadeiros sábios) o povo não viu mesmo motivos para se revoltar ou correr tudo à “paulada”. É a vida.

E nem vale a pena fazer grande “alarido” em torno das já habituais “atoardas” do Dr. Mário Soares ou da vergonhosa classe sindical que temos neste país. Já todos percebemos que o primeiro nem a constituição, que pretende defender, respeita, quando pede a demissão simultânea do PR e do PM. Os segundos, cada vez mais demonstram que o interesse dos trabalhadores que defendem é a última das suas preocupações – veja-se o exemplo dos polícias, que para exigir mais “respeito” pela profissão, se desautorizam e passam por cima de si próprios. Só cai mesmo quem quer.

O importante é outra coisa. O importante são os dados, cada vez mais evidentes, que vão demonstrando que (afinal) o caminho que trilhámos está a dar resultado… e bom resultado. A verdade é que neste último ano se criaram mais empresas que nos últimos 10 anos anteriores. A verdade é que o desemprego decresce há vários trimestres consecutivos (e não me venham com a conversa da emigração, que depois de rebatida passa para a sazonalidade dos trabalhos, que depois de rebatida também volta aos recibos verdes… etc. É mérito dos portugueses, do esforço e da capacidade de se reinventar que lhe é característico, ponto!). A verdade é que a poupança das famílias, mesmo em tempo de crise, cresceu e muito, o que permitirá maior e melhor resposta no futuro próximo. A verdade é que se inverteu a balança comercial, que passou a positiva como há muito tempo não se encontrava, consequência do aumento muito marcante das exportações e do esforço das nossas empresas. A verdade é que o país começa agora a mudar, os hábitos começam a ser alterados e, pela primeira vez desde o final da Era Cavaco e início da Era Guterres, Portugal volta a crescer em trimestres sucessivos. Indesmentível.

Pois era isto que a esquerda temia. Como se justificam agora as suas declarações/premonições acaloradas da desgraça? Onde é que anda a “espiral recessiva”? Como se justificam os seus constantes ataques a quem nos ajudou e às medidas que nos ajudaram a sair da situação em que nos colocaram? Como se justificam perante os portugueses, depois de tanto sacrifício, quando passaram a vida a dizer: “Não pagamos!”, “Que se lixe a troika”… quando o “pagar” está a resultar e a troika se revelou um forte aliado nesta mesma recuperação? Com que credibilidade ficam depois de tanta revolta de palavras e da apresentação de zero alternativas credíveis?

Eu percebo porque temem tanto o sucesso deste programa, é que não mais poderão enganar as pessoas com os slogans do costume, com as ilusões de sempre e com as suas normais demagogias. Só restaram os insultos a quem deles discorde. Pois, é a vida. Parece mesmo que para alguns a “vitória” de um País inteiro, será mesmo a sua própria derrota… temos pena!

Apesar disto e de todos estes dados importantes e muito positivos de que (afinal) era mesmo este o caminho a seguir, é fundamental que saibamos que muito ainda há por fazer e sobretudo, muitas reformas estruturais absolutamente fundamentais (como a reforma do estado e da função pública) ainda não foram levadas a cabo. Só nessa altura teremos maior segurança de que este cenário não se voltará a repetir tão cedo.

Eu sei que dói… mas não somos nós que andamos desligados da realidade, esta é mesmo a realidade dos factos.

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