O motor da economia de amanha

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s descobrimentos a revolução industrial e a revolução tecnológica são, indubitavelmente dos mais importantes acontecimentos que, em diferentes momentos da história mundial, contribuíram para um inquantificável número de mudanças neste planeta, entre elas, a que tratarei de discutir com os leitores deste “Ponto Laranja”, está a sempre presente economia que, mais uma vez, nos brinda com repercussões negativas de gestão danosa de indivíduos famosos por orçamentar mais e ter menos receita fiscal.

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Legenda: Comparação do défice Português em diferentes mandatos governamentais.

Na minha procura de ideias para aumentar a receita fiscal do nosso país deparei-me, ao longo do caminho, com um padrão na evolução da economia mundial que é predominantemente crescente, mas que podemos no entanto identificar sem grandes problemas picos de maior e mais rápido crescimento, após tentar relacionar estes picos com as suas possíveis causas percebi que tanto a revolução industrial como a revolução tecnológica estavam correlacionadas, com estas revoluções a serem claramente a causa para estes súbitos crescimentos.

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Legenda: Relação de crescimento do PIB (GDP) mundial com alguns acontecimentos históricos.

Numa tentativa de perceber como se originaram estas revoluções, e tentar obviamente replica-las para benefício do país, percebi que existe um ciclo simples em comum com todos estes acontecimentos que alavancam economias de todo o mundo que consiste em:

1ª Inovação em ciência através de cientistas;

2ª Aplicação da inovação em aparelhos por intermédio de engenheiros;

3ª Investidores criativos;

4ª CEO’s dinâmicos que transformem aparelhos em produto.

Para dar um exemplo simples de como funciona este ciclo vou pegar no simples exemplo de um produto final que passou por todas estas fases, na primeira fase (1ª) a inovação em ciência através de um cientista chamado Isidor Isaac Rabi, que, descobriu o princípio da ressonância magnética nuclear (ganhando o prémio nobel de Física), na segunda fase do ciclo (2ª) a invenção de um aparelho que conseguia identificar todo o tipo de átomos no corpo humano por intermédio do nobel Raymond Vahan Damadian, este aparelho permitia também identificar células cancerosas, a (3ª) fase foi a fase do investimento que aliado a quarta fase (4ª) transformaram o aparelho protótipo num produto final a máquina de ressonância magnética indispensável hoje em dia a qualquer grande hospital.

Neste meu primeiro “post” gostaria de saber qual a opinião acerca deste ciclo, se existe de facto em Portugal se funciona bem ou mal e que fases deste ciclo podemos nós como país intervir para melhorar; aumentar a eficiência do mesmo. Se acham que deve haver mais ou menos investimento se devem ser privados a investir na inovação, no fundo ideias para melhorar a economia baseando-nos neste ciclo.

Jorge Pereira

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