O futuro é agora

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gora que se inicia um novo ano, é tempo de pensar no futuro. 2015 foi um ano atípico, todos sabemos os obstáculos que enfrentámos, mas também os desafios que aí nasceram e que nos propomos a suplantar.

Não quero deixar de fazer referência ao ciclo que agora se conclui. Hoje, Portugal está muito diferente do País que era há quatro anos. Os portugueses fizeram muitos esforços nos anos mais duros do programa de ajustamento. Hoje, podemos dizer que estamos num bom caminho. Continuar a conduzir Portugal nesse caminho é responsabilidade do novo governo. Prosseguir as políticas que foram seguidas nos últimos quatro anos será a sua melhor estratégia.Será necessário que a rapidez do novo governo não sacrifique a disciplina e o rigor das contas públicas. Será necessário que a ambição política não ponha em risco a confiança que os investidores depositaram em Portugal, nos últimos anos. Será necessário que os esforços pedidos a todos os portugueses não sejam em vão.

Mas falemos também do futuro. Hoje, o PSD é o maior partido da oposição ao Governo, e é na oposição que olhamos em frente. Atuaremos sempre com a mesma responsabilidade e sentido de missão que nos guiaram na última legislatura, como partido do governo.

É para orientar o nosso papel na oposição que o PSD fará o seu 36º Congresso Nacional, de 1 a 3 de abril de 2016.

Temos esperança na mobilização de todos os militantes de base, que desafiamos a pensar o futuro de Portugal connosco. Temos confiança no novo alento que o PSD será capaz de criar para si, mostrando ao País que é um partido cada vez mais coeso e fortalecido, pronto para os combates políticos que se avizinham: um partido cada vez mais transparente e aberto à sociedade.

Ao longo destes anos em que exerço as funções de secretário-geral do PSD, tenho pautado a minha conduta pela busca de um partido mais forte, mais combativo, mais mobilizado e mais preparado para ajudar o nosso Presidente, Pedro Passos Coelho, nas lutas diárias da vida democrática. Acredito que, em todos estes anos, o PSD correspondeu de forma afirmativa, honrosa e dignificante a este desafio.

Em abril, faremos a reunião magna dos social-democratas em Espinho, para estarmos ainda mais próximos das bases, que são a força do PSD. Em causa está o futuro de todos os portugueses. O futuro da economia, que o anterior governo pôs a crescer.

Os tempos políticos que vivemos são de excepção, são de duro e intenso combate. E para tempos excepcionais, temos de estar excepcionalmente preparados. Os nossos militantes e os nossos dirigentes têm sido inexcedíveis nesse apoio e nessa solidariedade. Mas agora precisamos de dar mais, precisamos de dar tudo por Portugal e pelos portugueses.

Sei que conto com os jovens social-democratas e sei que a JSD Pombal saberá, em 2016, levar consigo esta missão de preparar os caminhos do futuro. Porque o espírito da JSD tem sido sempre o de olhar o futuro antes que ele chegue.Sei que estaremos prontos sempre que Portugal precisar de nós.

José Matos Rosa

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