O Canto da Sereia

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mulher é tendenciosamente mais fraca que o homem (é verdade!) mas meramente a nível físico. Senão vejamos, a mulher pede ao homem para que este troque a lâmpada, e ele o que faz?! – troca a lâmpada. A mulher pede ao homem uma jóia, mas o que lhe prepara antes?! – uma semana sumptuosa (e surpresas não faltarão, decerto).

A mulher prima pela inteligência, pela sabedoria e pela elevada capacidade de trabalho, levando a cabo tudo aquilo a que se propõe (profissional, familiar e/ou pessoalmente). No entanto, há mulheres e mulheres. Há aquelas que lutam por aquilo em que acreditam mas, também, há as submissas – aceitam tudo e em silêncio, mesmo que pensem ou desejem o contrário. Na política (como em quase tudo no geral), é fundamental a presença, o trabalho e a opinião feminina.

Acredito que um trabalho mútuo entre ambos os géneros (masculino e feminino) com visões diferentes, partilha de conhecimento e de experiências resultará em sucesso, com a apresentação das melhores propostas/soluções para o bem-estar da sociedade e desenvolvimento do país.

Como mulher, preocupa-me o reduzido interesse feminino pela política (apesar de começar a haver uma ligeira mudança) mas, se tanto há a dizer, mais ainda há a fazer (na Educação, Saúde, Economia, Finanças, Turismo, Ambiente, Cultura…).

Em Portugal, há igualdade de géneros e todos têm os mesmos DIREITOS e DEVERES. Por isso, ninguém pode tapar os ouvidos e, menos ainda, limitar as opções (mesmo que o canto seja harmonioso) – todos devemos contribuir para colocar a embarcação no rumo certo.

p.s.: Os fracassados pensam no passado, os ousados fazem no presente, os vitoriosos prevêem o futuro.

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