Crises

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stamos actualmente a sair de um período de crise financeira, que mesmo ainda hoje nem sempre conseguimos compreender os seus porquês, para entrar em mais um momento de dúvida e crise, desta vez política mas com graves prejuízos financeiros. É a prova de um ciclo, a prova de que ainda nada foi aprendido com os erros do passado.

     Estamos, passados poucos meses das eleições, a escassos passos da rotura total deste governo de esquerda coligada, a escassos passos de não haver entendimentos e consenso entre aqueles que desde logo afirmaram estar do mesmo lado quando o toque pelo poder esteve mais próximo. Tal facto é por de mais evidente, a Europa já o percebeu, os portugueses também, os próprios partidos de esquerda radical já o perceberam, só falta mesmo que o homem que nos dias de hoje ainda comanda o circo em que isto se tornou perceba esse facto. O mais fácil de explicar a próxima crise, a política, que se avizinha é apenas falar dos partidos de esquerda radical, BE e PCP, terem de votar em uníssono e sintonia mais de 200 vezes em matérias que ao longo da democracia portuguesa nunca se entenderam.

Mais uma vez é fácil de prever o que se avizinha. Todos alertam para o perigo iminente que se aproxima. Cabe aqueles com poder de decisão tomar as medidas necessárias para que mais uma vez quem não sofra com o desgoverno dos outros sejam os portugueses.

Alexandre Santos

 

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