“A CGTP é fixe, o tuga que se lixe!”

[dropcap size=”500%”]N[/dropcap]

os dias de hoje, nós não vivemos no Portugal Democrático. Vivemos na recém criada à pressa colónia de férias da freguesia da “Atalaia, Rato, Arroios e Misericórdia”, curiosamente sendo liderada pela população do PCP, PS, Bloco e PEV. Esta recente freguesia vai no caminho da germinação com a imponente freguesia de “Cuba, Venezuela e Coreia do Norte”, aparentemente um destino de férias paradisíaco. Pena que apenas os nomes soem bonitos e nada mais. Para concretizar esta germinação e aproximar laços, a freguesia da “Atalaia, Rato, Arroios e Misericórdia” atribuiu uma empreitada majestosa à boa maneira esquerdista, chamada de “Costa Concordia”, cuja empresa responsável pela sua concretização era a “Jerónimo Martins S.D.” – “Jerónimo” da parte do seu fundador comunista, “Martins” da sua homóloga bloquista e “S.D.”de “Sociedade Destruidora”. Esta é a nova obra que irá colocar Portugal na nova era, a era do caminho à re-destruição.

Como tal, esta obra possuía um caderno de encargos algo exigente e dispendioso que apenas vinha trazer benefícios para uns e, posteriormente, bastantes consequências para todos os outros. O primeiro encargo era a restituição das viagens grátis de comboio para os ferroviários e os seus familiares. Com esta exigência, esperam conseguir a satisfação desta classe e uns possíveis votos no futuro, envolvendo custos para todos. O segundo encargo era reverter todas as concessões já feitas. Quem se prejudicou? Nós, aqueles que investiram em nós e aqueles que podiam vir a investir em nós no futuro. Tudo para satisfazer as vontades de uns mini-imperialistas que habitam numa aldeia tipo Gália que se chama “Sindicatos”. Quem é que precisa de inimigos disfarçados de amigos quando temos os sindicatos coladinhos ao majestoso PCP?
Mas existia a verdadeira exigência deste caderno de encargos: o regresso da TAP para a esfera do Estado, com ou sem acordo, custe o que custar, doa a quem doer. O implacável presidente diz que quer “51%” mas os verdadeiro donos neste momento não abdicam de tal coisa visto já terem um projeto ambicioso para a TAP. O que se compreende porque as coisas quando são privadas tem de dar lucro e, caso tal aconteça, crescer. Quando são públicas, o lucro passa a prejuízo e a eficiência passa a maus níveis de produtividade liderados por sindicalistas que apenas querem coisas boas (aumentos, regalias, etc) sem trabalhar o mesmo que os outros colegas que trabalham o dobro ou o triplo, dão o amor pela camisola e esses sim são aqueles que mereciam as cobiçadas coisas boas. Por isso, enquanto houver sindicalistas que controlem as instituições democráticas e que façam o que bem lhes apetece, as coisas públicas não dão lucro, as pessoas não recebem o verdadeiro reconhecimento e o país não desenvolve. Sim, as coisas públicas tem de satisfazer as necessidades dos cidadão mas e se derem lucro? Não se conseguirá providenciar um melhor serviço tendo mais fundos provenientes desse lucro? Eis as perguntas.
É esta a vida na nova colónia de férias para uns senhores, é este o nosso presente e o nosso futuro não vai ser melhor se continuarmos assim. O país muda, o tempo passa e temos de seguir em frente. Em frente sem interesse sindicalistas instalados, em frente sem sindicatos. Sindicatos!

André Tasqueiro

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *